
Friday, August 22, 2008
COMO EXPLICAR SEM OFENDER

Um homem de 85 anos foi fazer check-up anual. O médico perguntou como é que ele se estava a sentir ? : > - Nunca me senti tão bem - respondeu o velho. A minha nova esposa tem 18 anos, e está grávida, espera um filho meu. Qual a sua opinião a respeito, disto senhor doutor?
O Médico reflectiu por um momento e disse: - Deixe-me contar-lhe uma>história: Eu conheço um amigo que era um caçador fanático, nunca perdeu uma época de caça. Mas, um dia, por engano, colocou o guarda-chuva na mochila em vez da arma. Quando estava na floresta, um urso repentinamente apareceu na sua frente. Ele sacou o guarda-chuva da mochila, apontou para o urso e... BANG.............. o urso caiu morto.
- HA! HA! HA! Isto é impossível - disse o velhinho - algum outro caçador deve ter atirado no urso. - Exactamente!!!
Sunday, July 13, 2008
O POLVO
Tirei 1 polvo do congelador e pus sem descongelar na panela de pressão, assim como 1 cebola inteira descascada. Puz a cozer 40m.Enquanto isso, pus num tacho 1 fio de azeite, 1 cebola e 2 alhos picados e refoguei. Qdo a cebola estava amarelinha, juntei 2 colheres de sopa de polpa de tomate, coentros em pó, pimenta, 1 folha de louro,1/2 copo de vinho branco, para não pegar, e deixei fazer um molhinho grossinho.
Tirei o polvo da panela e pus o caldo de cozer o polvo juntamente ao refogado. Quando começou a ferver, juntei o arroz (2 chávenas Chá) e mexi.
Enquanto cozia, peguei numa faca, raspei o polvo que ficou limpinho e cortei-o aos pedaços.
Juntei o polvo no arroz, deixei acabar de cozer e.... ELE ESTÁ Á ESPREITA!
Wednesday, June 25, 2008
Argumentação de um 'engenheiro' português que foi apanhado a 250 Km/h numa estrada onde o limite era de 70 Km/h.
Ex.mo Sr. Dr. Juiz, Meretíssimo:
Confirmo que vi na estrada a marca de 70 em números negros inscritos num círculo vermelho, sem qualquer informação de unidades. Ora, como sabe, a Lei de 4 de Julho de 1837 torna obrigatório em Portugal o sistema métrico, e o Decreto 65-501 de 3 de Maio de 1961, modificado de acordo com as directivas europeias, define, como unidade DE BASE LEGAL, as unidades do Sistema Internacional, SI. Poderá confirmar tudo no site do Governo. Ora, no sistema SI, a unidade de comprimento é o 'Metro', e a unidades de Tempo é o 'Segundo'. Torna-se portanto evidente que a unidade de Velocidade é o 'Metro por Segundo'. Não me passaria pela cabeça que o Ministério aplicasse uma unidade diferente. Assim sendo, os 70 Metros por Segundo correspondem, exactamente a 252 Km/h.
Ora a Polícia afirma que me cronometrou a 250 Km/h o que eu não contesto. Circulava portanto 2 Km/h abaixo do limite permitido. Esperando a aceitação dos meus argumentos, de V. Exa
Tuesday, June 10, 2008
Tuesday, May 13, 2008
Saturday, May 10, 2008
Wednesday, April 30, 2008
Quinta-Feira de Ascensão
Thursday, April 17, 2008
GRANDE BOCAGE
Conta-se que Bocage, ao chegar a casa um certo dia, ouviu um barulho estranho vindo do quintal.
Chegando lá, constatou que um ladrão tentava levar os seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com os seus amados patos, e disse-lhe: -
Oh, bucéfalo anácrono! Não te interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo...
Mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.
E o ladrão, confuso, diz:
Doutor, afinal levo ou deixo os patos?
Chegando lá, constatou que um ladrão tentava levar os seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com os seus amados patos, e disse-lhe: -
Oh, bucéfalo anácrono! Não te interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo...
Mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.
E o ladrão, confuso, diz:
Doutor, afinal levo ou deixo os patos?
Friday, March 07, 2008
JANTAR HOJE Dia 7 de Março de 2008 ( Sexta-Feira)
Hoje no TOZÉ - Paço dos Negros - Almeirim - Ribatejo- Portugal , a partir das 19,30 horas vamos , mais uma vez realizar o nosso jantar mensal
A feijoca é cultivada na nossa Região e é um prato muito forte e de grande alimento, próprio para combater o frio, ao ser misturada com arroz, torna-se num prato especial comido na nossa zona acompanhamento de peixe ou carne
Hoje vamos ter :
enguias e carapaus fritos com arroz de feijoca e as carnes grelhadas, acompanhamento vinho tinto e branco.
A feijoca é cultivada na nossa Região e é um prato muito forte e de grande alimento, próprio para combater o frio, ao ser misturada com arroz, torna-se num prato especial comido na nossa zona acompanhamento de peixe ou carne
Hoje vamos ter :
enguias e carapaus fritos com arroz de feijoca e as carnes grelhadas, acompanhamento vinho tinto e branco.
Calendário de Março 2008
Março
1 – S. Rosendo
2 – Beata Inês de Praga
3 – S. Mário
4 – S. Casimiro
5 – S. José da Cruz
6 – S. Olegário
7 – Santa Perpétua e Santa Felicidade
8 – S. João de Deus
9 – Santa Francisca Romana
10 – Santos Mártires de Sebaste
11 – Santo Eulógio
12 – Beato Luis Oreone
13 – S. Rodrigo
14 – Santa Matilde
15 – Santa Luisa de Marillac
16 – S. Julião de Anasarbo
17 – S. Patrício
18 – S. Cirilo de Jerusalém
19 – S. José, Esposo da Bem-Aventurada Virgem Maria
20 – Santa Eufémia
21 – S. Nicolau de Flue
22 – S. Zacarias
23 – S. Turíbio de Mongrovejo
24 – Santa Catarina da Suécia
25 – Anunciação do Senhor
26 – S. Bráulio
27 – S. João do Egipto
28 – S. Sisto
29 – Santo Eustácio
30 – S. João Clímaco
31 – Santo Acácio de Antioquia
1 – S. Rosendo
2 – Beata Inês de Praga
3 – S. Mário
4 – S. Casimiro
5 – S. José da Cruz
6 – S. Olegário
7 – Santa Perpétua e Santa Felicidade
8 – S. João de Deus
9 – Santa Francisca Romana
10 – Santos Mártires de Sebaste
11 – Santo Eulógio
12 – Beato Luis Oreone
13 – S. Rodrigo
14 – Santa Matilde
15 – Santa Luisa de Marillac
16 – S. Julião de Anasarbo
17 – S. Patrício
18 – S. Cirilo de Jerusalém
19 – S. José, Esposo da Bem-Aventurada Virgem Maria
20 – Santa Eufémia
21 – S. Nicolau de Flue
22 – S. Zacarias
23 – S. Turíbio de Mongrovejo
24 – Santa Catarina da Suécia
25 – Anunciação do Senhor
26 – S. Bráulio
27 – S. João do Egipto
28 – S. Sisto
29 – Santo Eustácio
30 – S. João Clímaco
31 – Santo Acácio de Antioquia
Wednesday, February 20, 2008
O CHEFE E OS INDIOS ou os INDIOS E O CHEFE...
Com a aproximação do Inverno, os índios foram ter com o chefe:
- Chefe, o Inverno este ano será rigoroso ou ameno?
O chefe, vivendo tempos modernos, não tinha aprendido como seus ancestrais os segredos de meteorologia. Mas claro, não podia demonstrar insegurança ou dúvida. Olhou para o céu, estendeu as mãos para sentir os ventos e em tom sereno e firme disse:
- Teremos um Inverno muito forte... é bom ir apanhar muita lenha!
Na semana seguinte, preocupado com a sua previsão, telefonou para o Serviço Nacional de Meteorologia e ouviu a resposta:
- Sim, o Inverno deste ano será muito frio!
Sentindo-se mais seguro, dirigiu-se de novo ao seu povo:
- É melhor recolhermos mais lenha... Vamos ter um Inverno rigoroso!
Dois dias depois, ligou novamente para o Serviço Meteorológico e ouviu a confirmação:
- Sim... Este ano o Inverno será rigoroso!
Voltou ao povo e disse:
- Teremos um Inverno muito rigoroso. Recolham todo e qualquer pedaço de Lenha que encontrarem, teremos que aproveitar até os gravetos.
Uma semana depois, ainda não satisfeito, ligou para o Serviço Meteorológico outra vez:
- Vocês têm certeza de que teremos um Inverno tão rigoroso assim?
- Sim, responde o meteorologista de plantão. Este ano teremos um frio muito intenso.
- Como têm vocês assim tanta certeza?
- É que este ano os índios estão a apanhar muita lenha!...
- Chefe, o Inverno este ano será rigoroso ou ameno?
O chefe, vivendo tempos modernos, não tinha aprendido como seus ancestrais os segredos de meteorologia. Mas claro, não podia demonstrar insegurança ou dúvida. Olhou para o céu, estendeu as mãos para sentir os ventos e em tom sereno e firme disse:
- Teremos um Inverno muito forte... é bom ir apanhar muita lenha!
Na semana seguinte, preocupado com a sua previsão, telefonou para o Serviço Nacional de Meteorologia e ouviu a resposta:
- Sim, o Inverno deste ano será muito frio!
Sentindo-se mais seguro, dirigiu-se de novo ao seu povo:
- É melhor recolhermos mais lenha... Vamos ter um Inverno rigoroso!
Dois dias depois, ligou novamente para o Serviço Meteorológico e ouviu a confirmação:
- Sim... Este ano o Inverno será rigoroso!
Voltou ao povo e disse:
- Teremos um Inverno muito rigoroso. Recolham todo e qualquer pedaço de Lenha que encontrarem, teremos que aproveitar até os gravetos.
Uma semana depois, ainda não satisfeito, ligou para o Serviço Meteorológico outra vez:
- Vocês têm certeza de que teremos um Inverno tão rigoroso assim?
- Sim, responde o meteorologista de plantão. Este ano teremos um frio muito intenso.
- Como têm vocês assim tanta certeza?
- É que este ano os índios estão a apanhar muita lenha!...
Wednesday, February 06, 2008
Friday, January 25, 2008
Thursday, January 03, 2008
Sunday, December 30, 2007
QUADRAS À "DESGARRADA"
Na Literatura Oral Tradicional integram-se enunciados cuja divulgação se faz por via da transmissão oral, por vezes durante séculos, de geração para geração, de comunidade para comunidade, de indivíduo para indivíduo — os contos e as quadras populares, as cantigas infantis, os provérbios, as adivinhas, as anedotas (o género mais vivo) são alguns desses enunciados de que todos nós, certamente, já fomos um dia transmissores.
De origem mais ou menos remota e o maior número das vezes de autor anónimo, estes enunciados registam-se na memória dos povos e fazem parte do conjunto das tradições, usos e costumes populares de um país. Podemos dizer que integram um conjunto vasto de tradições a par das festas, das danças, dos jogos, das crenças e das superstições, das rezas, da culinária... A produção e transmissão dos textos da literatura oral encontram-se, normalmente, associadas a outras práticas populares e quotidianas: pensemos, por exemplo, nas quadras “à desgarrada” em festas de aldeia, nas “Janeiras” cantadas de porta em porta em certas regiões, nas “rezas” entoadas em dia de trovoada, nos “romances” recitados por grupos de ceifeiros, ritmando o trabalho, nos contos de fadas que nos embalavam à hora de adormecer ou nas anedotas que contamos numa reunião de amigos. (Guia de Aprendizagem. Português. Ensino Secundário, Ed. ME, 1996 - adaptado)
Neste espaço vamos tentar iniciar hoje a publicitação de " quadras à desgararda"De origem mais ou menos remota e o maior número das vezes de autor anónimo, estes enunciados registam-se na memória dos povos e fazem parte do conjunto das tradições, usos e costumes populares de um país. Podemos dizer que integram um conjunto vasto de tradições a par das festas, das danças, dos jogos, das crenças e das superstições, das rezas, da culinária... A produção e transmissão dos textos da literatura oral encontram-se, normalmente, associadas a outras práticas populares e quotidianas: pensemos, por exemplo, nas quadras “à desgarrada” em festas de aldeia, nas “Janeiras” cantadas de porta em porta em certas regiões, nas “rezas” entoadas em dia de trovoada, nos “romances” recitados por grupos de ceifeiros, ritmando o trabalho, nos contos de fadas que nos embalavam à hora de adormecer ou nas anedotas que contamos numa reunião de amigos. (Guia de Aprendizagem. Português. Ensino Secundário, Ed. ME, 1996 - adaptado)
1) O vinho que aqui tenho
é filho da cepa torta
aos homens faz cantar o fado
às mulheres errar a porta
2) Venham copos e venha o vinho
venha mais uma canecada
o dinheiro paga tudo
não se fica a dever nada
3) Não há pão como o de trigo
nem carne como a de carneiro
não há vinho como o tinto
nem amor como o primeiro
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